Quanto mais penso, mais descubro a eficácia de deixar estar. A dor só passa depois que dói, assim como o fantástico do encontro só passou depois que o vivemos até sua última gota, ou terá sido a falta de deixar-nos viver até a última gota que deu monstruosidade ao que era habitual? Agora a sala está vazia. E eu também. De fato, faz um bom tempo que aquela sala está vazia.